"A expectativa com a 1ª Conseg é grande e já passou da hora de a população ser ouvida sobre esse tema. Por isso precisamos muito de propostas que venham da sociedade, porque ela tem anseios e sabe perfeitamente os problemas que lhe acontecem nessa questão da segurança pública."
"Recebemos muito positivamente a 1ª Conseg. Houve um envolvimento em todos os postos e graduações da PM, com participação maciça desde os praças até os subtenentes. Todos os batalhões e companhias da PM participaram. É um marco histórico pra nós, que pela primeira vez discutimos nosso problemas junto às demandas da sociedade para a segurança pública. Esperamos que essas propostas efetivamente contribuam para a melhoria da segurança pública através de politicas públicas."
"Se essa discussão chegou ao nosso Estado e a todas as regiões do pais é porque a preocupação é muito grande. É importante que essas discussões não fiquem por isso mesmo. Uma coisa fundamental é discutir a formação e as condições do trabalhador de segurança pública para que ele possa trabalhar com afinco para combater a violência de várias formas. Não só armado, mas também na questão da conscientização e de investimento em educação para a sociedade. A comunidade está voltando a perceber que a polÃcia é uma aliada na luta contra a violência."
"A participação da sociedade civil é muito importante. Na Conferência apostamos que o processo vai ser diferente porque estamos construindo junto. A gente vai ver o que acha que é errado, tentar corrigir, estudar e participar. Uma das nossas propostas é mudar a forma de abordagem da polÃcia. Se a gente tiver mais aproximação e diálogo com a justiça e a polÃcia, como dá pra fazer aqui na Conferência, acho que vai ficar melhor pra todo mundo."
"Pela primeira vez os operadores de segurança pública foram chamados juntamente com a sociedade civil para dizer ao governo qual é a posição de cada um. O trabalhador nunca foi ouvido e será ouvido. A sociedade também nunca foi ouvida sobre esse tema e será ouvida. O interessante nisso é que saia uma polÃtica de segurança pública de Estado, e não do governo A ou B. Se isso não ocorrer, cada governo achará que resolverá todos os problemas da segurança pública atrás de uma mesa."
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"A participação das mulheres na 1ª Conseg tem como objetivo incorporar as propostas relacionadas à segurança humana das mulheres como prioridade na Etapa Nacional, haja vista que as PolÃticas de Segurança para as Mulheres, precisam integrar o escopo da PolÃtica Nacional de Segurança Pública. Não dá para tratar as violações dos direitos humanos das mulheres dissociadas de uma PolÃtica mais abrangente, sobretudo por serem as mulheres as que ainda permanecem mais tempo nas famÃlias e nas comunidades"Â
"A iniciativa para a realização da 1ª Conseg foi o resultado do amadurecimento do entendimento de uma polÃtica pública de segurança que se fundamenta nas competências constitucionais dos três entes federados. Desta forma, esta polÃtica perpassa e se complementa na integração das ações da União, do Estado e do MunicÃpio. Temos, agora, a perspectiva de um sistema completo. A expectativa sobre a 1ª Conseg é que consigamos a consolidação de uma PolÃtica Pública de Segurança que tem origem no MunicÃpio, primeira esfera do poder que deve agir sobre as causas dos problemas que afetam a segurança das pessoas. Percebo, assim, um modelo em espiral que tem o epicentro no MunicÃpio, que passa pelo Estado e que se finaliza na União".
"Na minha opinião, a participação popular para definir o que é prioritário para mudança da polÃtica de segurança pública aponta dias melhores para todos nós. Parabéns a São Gonçalo pelas belas propostas que democraticamente foram feitas e também a Comissão Organizadora pela transparência, carinho, dedicação e ordem para a realização desta Conferência".
"A realização desta primeira Conferência de Segurança Pública constitui uma singular iniciativa para a democratização do tema, com a interação da sociedade civil organizada, para a participação efetiva e inclusive com fiscalização da aplicação dos recursos, com a regulamentação dos conselhos paritários em segurança de todo o PaÃs nas três esferas de governo. E o mais importante de tudo isso é que nossa cidade terá representação em BrasÃlia e com excelentes propostas".Â
"Como cidadã gonçalense, vejo este momento Ãmpar para nossa cidade, como a verdadeira democracia, para o necessário processo de mudança da Segurança Pública. Tivemos a liberdade de expressar nossos anseios, e poder ter a certeza de que poderemos mudar paradigmas, enquanto o mundo está globalizando e vejo nosso MunicÃpio inserido nas propostas dignas do povo gonçalense".
"Estar participando desta Conferência é oportunidade única que em 70 anos de existência da Guarda Municipal de São Gonçalo nos foi finalmente proporcionado. Mediante a ela, colocamos em pauta necessidades e deveres da sociedade, comuns a todos nós. Sendo assim, que nossos governantes, avaliem os PrincÃpios e Diretrizes que foram citados, para que a sociedade tenha uma resposta positiva daquilo que foi pleiteado nas propostas. A Comissão Organizadora da 1ª Conseg está de parabéns pela oportunidade que nos foi dada, tenho certeza que todos saÃmos ganhando com tudo isso".Â
"O encontro de vários segmentos traz a responsabilidade da seriedade na contribuição com uma polÃtica de segurança nacional. Essa polÃtica de segurança pública que se pretende formular após as discussões da 1ª Conseg precisa ter uma linguagem comum entre os vários órgãos e instituições que tem a missão de responder perante sociedade por uma polÃtica desse sistema. O encontro nacional será pautado pelos pontos básicos dessa polÃtica mas tudo isso vai depender de uma estratégia de implementação, e é preciso que haja essa elaboração dessas polÃticas que é o que nós estamos fazendo."
"A sociedade no Rio está articulada, as partes estão sendo ouvidas e os atores envolvidos no campo da segurança participando do debate da 1ª Conseg. Isso vai ser muito importante e temos a certeza de que institucionaliza cada vez mais essa discussão para a resolução do problema da violência e com essa ferramenta que é o Pronasci. O grande pleito de todos nós que o Pornasci não sofra contingenciamento."
"O Pronasci tem o seu papel fundamental que é o de promover a segurança no paÃs, é claro que a segurança pública não está restrita ao Pronasci, mas esse programa vem em um momento extremamente oportuno para o Brasil - onde ocorre um aumento da violência em diversos locais em um alto grau. Essa  violência deve ser reprimida com polÃticas públicas. Nós temos a plena consciência da necessidade do policiamento ostensivo e polÃticas investigativas, mas se a população não participar efetivamente dando a sua contribuição a gente não conseguirá um resultado positivo. Portanto a 1ª Conseg conclama a população a se somar nessa luta que é dever do estado em qualquer nÃvel."
"Mesmo a segurança pública não sendo o papel constitucional dos municÃpios, é lá que as coisas acontecem. Acho fundamental uma conferência dessa forma envolvendo literalmente todos os segmentos da sociedade. Ainda temos um problema sério na questão da segurança que é a competência e a disputa que existe entre polÃcia militar e civil, o papel das guardas municipais da polÃcia federal e outros órgãos que possam trabalhar juntos. Os municÃpios têm um papel fundamental nesse debate. Com medidas preventivas e punitivas reduziremos gradualmente a violência no paÃs. Está provado em todo o mundo que somente esse modelo de repressão não funciona. Precisamos de uma legislação que puna de maneira justa.
"A construção pela sociedade de um grande consenso sobre as raÃzes da violência e qual deveria ser o caminho para superar essa violência, produzindo uma segurança cidadã é fundamental. Eu acho que nesse sentido a 1ª Conseg é uma marco na história do paÃs, pois esse tema nunca ganhou agito da sociedade. A sociedade sempre pede segurança e reclama da insegurança, mas a conferência vai ser um momento não só de expressar uma necessidade por segurança, porém de pactuar um caminho para construir uma sociedade, conselhos federados e uma polÃtica de estado duradoura na área, capaz de respeitar a cidadania."
"É muito importante a participação das organizações da sociedade civil na discussão desse tema. A 1ª Conseg vem em um bom momento, em que o governo federal, estados e municÃpios buscam o aprimoramento dessas polÃticas de segurança. A segurança pública depende muito das ações de prevenção e essa conferência nos mostrará quais as ações estratégicas para o paÃs que nos darão condições mais seguras e adequadas de segurança para a população."
"Precisamos criar mecanismos que garantam a efetivação de polÃticas de segurança pública e isso inclui criar fonteS de recursos, um orçamento próprio, e também dar continuidade à s ações positivas nesta área - coisas com as quais poucos governos se preocupam. Mas esta é uma responsabilidade que não é só do governo, é da sociedade de uma maneira geral. É a primeira vez que discutimos nacionalmente um tema tão importante como a segurança pública e nossa expectativa é de que haja melhorias".
"Não há como falar em segurança pública sem falar na criação de espaços nos quais as pessoas possam dialogar e resolver seus conflitos. Grande parte da violência que a gente vê começa com conflitos que não foram resolvidos e envolve pessoas que não tiveram a oportunidade de conversar e tentar resolver seus problemas de uma maneira positiva. Nós precisamos ampliar os mecanismos de participação e de intermediação de conflitos nas comunidades. A maior colaboração que o sistema de justiça pode dar no debate proposto pela 1ª Conseg é intermediar conflitos antes que eles se tornem crimes."
"Acredito que o magistrado tem muito a contribuir com a 1ª Conseg e com a condição de segurança de cada cidadão do nosso paÃs. Mas a 1ª Conseg é só um projeto para a construção de uma polÃtica nacional para a segurança pública. A efetivação dessa polÃtica por certo deverá contar também com a participação de todos os segmentos sociais. Nós precisamos ampliar a consciência polÃtica da nossa população".
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Assinatura
1ª Conferência Nacional de Segurança Pública
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